Primeira: um aumento de impostos sobre o consumo nunca antes visto;
Segunda: o mesmo corte de subsídios de férias para trabalhadores do público e do privado;
Terceira: Chipre, aquela solução que se prometeu ser caso único e que possivelmente não o será.
Claro que renegociar a sério com a troika seria a melhor opção, mas nem a considero porque não vejo Passos Coelho e Vítor Gaspar capazes de o fazerem.
Sinceramente, talvez seja melhor começar a pensar em fazer o levantamento de dinheiro do banco.