Eu gostava de poder dizer que o caminho é o anunciado ontem por Barack Obama, mas não acho que seja.
O objectivo de Barack Obama parece ser claro: aproveitar-se da campanha contra o ISIS (grupo ao qual já foi apreendido armamento norte-americano) para justificar a prestação de apoio técnico-militar à oposição a Bashar al-Assad e, no futuro, intensificar esse apoio até á queda final do PR sírio. Para este fim, será fundamental a presença de militares norte-americanos no terreno.
Há 1 ano, Obama não conseguiu a intervenção directa que tanto pretendia e perdeu os motivos para atacar a Síria. Agora encontrou-os. E mais uma prova de que o combate ao ISIS serve de desculpa para Obama, finalmente (e infelizmente), intervir na Síria reside no facto de os EUA estarem ao lado da mesma Arábia Saudita que financia e apoia o ISIS e patrocinam a causa de Riad de fazer cair o poder xiita sírio.
Para os EUA, isto é um pouco como ir à 7/11 de esquina ou à Macy's: compre 1 (guerra contra o ISIS), leve 2 (guerra contra o ISIS e contra Assad).
Para os EUA, isto é um pouco como ir à 7/11 de esquina ou à Macy's: compre 1 (guerra contra o ISIS), leve 2 (guerra contra o ISIS e contra Assad).
Sem comentários:
Enviar um comentário