São cada vez mais os sírios que tentam chegar à Europa.
As pessoas acham que temos de acolher toda esta gente sem avançar com medidas que estanquem a causa de tudo isto.
Entretanto, os EUA, França, Reino Unido e Alemanha insistem em continuar a apoiar grupos rebeldes contra Bashar al-Assad.
E os EUA até já confessam que querem apoiar a Al-Qaeda (!!!) na região para combater o Estado Islâmico e o próprio Assad - que, juntamente com os curdos que são chacinados pelos turcos, são os únicos (juntamente com o Irão) a combater o terrorismo na Síria e no Iraque.
Pensem nisto antes de andarem a apelar à lágrima - pensem com a cabeça, não com o coração - com imagens de crianças em sofrimento e a exigirem que acolhamos esta gente toda.
Tudo pode ser evitado... se EUA e UE deixarem de se ingerir nos assuntos internos da Síria - o que, por si só, constitui uma violação do Direito Internacional.
A sensatez continua a vir, como tem sido hábito, do Ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, que insiste na continuação de Bashar al-Assad por representar o poder político legítimo.
2 comentários:
A pergunta que eu faço, sem me referir a um caso em concreto, é: até onde deve ir o respeito por um "poder político legítimo" em casos em que este comete graves atropelos de direitos ao seu povo?
É a essa pergunta que eu tentarei dar resposta na minha tese de Doutoramento.
Enviar um comentário