Já o tinha dito por mais de uma vez em alguns fóruns, incluindo em Dezembro de 2012, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa: a União Europeia e os EUA estão a apoiar grupos rebeldes sírios, alguns dos quais com ligações à Al-Qaeda.
Com efeito, mantêm cooperação técnico-militar aos rebeldes que combatem contra Bashar al-Assad. É preciso derrubar o regime sírio, dizem.
Ainda há menos de 1 mês, França e Reino Unido pressionaram os seus parceiros europeus a fornecerem armamento aos rebeldes sírios. Os EUA apoiaram a iniciativa.
Dias mais tarde, foi denunciada a cooperação militar norte-americana com as milícias.
Agora, temos esta declaração de interesses.
Continuem a apoiar os rebeldes sírios. Bashar al-Assad não é o melhor exemplo de democracia, mas recordo que lidera um país com um índice de desenvolvimento humano invejável, se analisado globalmente. É um ditador, sim, mas será mesmo um imperativo derrubá-lo?
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