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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ainda o plágio

O idiota que plagiou o meu artigo teve a coragem de alterar a hora do post em que me copia integralmente e colocou 4 minutos a menos (!!!) da hora a que eu publiquei para dizer, na sua caixa de comentários e num post do seu blog, que eu quero fama no meu espaço à custa da popularidade do blog dele. Felizmente que o Público demonstra a hora real de publicação e eu surjo com 1 hora de antecedência sobre o cretino.

Do plágio

É sempre um assunto ingrato e incómodo que tira o sossego a qualquer um que seja honesto e faça o seu trabalho com dignidade. Plagiar os outros é desonesto, é infeliz e demonstra uma falta de valores atroz. O problema é que são pessoas assim que, muitas vezes, sobem mais rapidamente na vida, enquanto os que trabalham seriamente têm de trilhar o seu caminho com muito esforço e sacrifício.

Na passada semana, tive oportunidade de testemunhar, num evento da Faculdade de Direito de Lisboa, a referência a passagens do meu livro e a fontes que só eu uso por parte de palestrantes. Eu fico na assistência a fazer intervenções, porque não sirvo para ser convidado, enquanto outros colhem os louros do trabalho que eu fiz. É uma vergonha? É! Mas o que posso fazer? Continuar à espera que haja alguém com decência para reconhecer o trabalho feito e envergonhar, na medida do possível, quem plagia descaradamente.

Hoje, voltou a acontecer novo exemplo de plágio. Vem de um blog cujo nome não promete grande coisa (WTF) mas que, segundo refere num dos seus últimos posts, está nos destaques do sapo e tem um número de visitas assinalável.

O que decidiu fazer este Ser inteligente? Copiar descaradamente o meu artigo de hoje sobre os Certificados do Tesouro. E, antes que ele apague, pois fui ao seu espaço reivindicar o que é meu, decidi fazer um print screen que atesta o que aqui digo:


E, se dúvidas houvesse relativamente à autoria das respectivas palavras, a referência aos blogs feita no Público não deixa margem para dúvidas sobre quem publicou primeiro:


Estes são apenas os últimos dois exemplos de plágio com os quais já tive de me deparar. E assim se criam referências na blogosfera e também na sociedade ou na academia e assim as pessoas são convidadas para eventos. Querem viver às custas dos outros? Comigo isso não funciona. Pelo menos enquanto os conseguir apanhar. Dêem no duro e façam o vosso percurso. Não envergonhem é o trabalho de quem trabalha.