Os condimentos são sempre os mesmos: altura de crise, aumento de impostos e do custo de vida, cortes nos salários e nos benefícios fiscais. Consequência (lógica na óptica do Governo): agravamento das condições de acesso ao crédito à habitação, redução de benefícios com a habitação e incentivo ao mercado de arrendamento. Considerando tudo isto e a mera hipótese de que este ataque aos proprietários faz algum sentido - e não faz - questiono-me como pode o Governo querer promover o mercado de arrendamento se as rendas para 2012 vão sofrer o maior aumento dos últimos 5 anos.
Terá o Governo outra hipótese que não a alteração urgente e excepcional dos critérios de aumento das rendas, evitando, deste modo, que o cenário de incumprimento pelos arrendatários se descontrole ou que se verifique uma redução ainda maior do poder de compra de bens e serviços essenciais?
Terá o Governo outra hipótese que não a alteração urgente e excepcional dos critérios de aumento das rendas, evitando, deste modo, que o cenário de incumprimento pelos arrendatários se descontrole ou que se verifique uma redução ainda maior do poder de compra de bens e serviços essenciais?
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